Momento com Deus

Oração para antes e depois do trabalho

Inspira nossas ações, Senhor e acompanha-as com teu auxilio, para que qualquer das nossas atividades tenha sempre em ti o seu inicio e o seu cumprimento.

Senhor quero que o meu trabalho de hoje seja um ato de amor a ti, a minha família e ao mundo. ajuda-me a vive-lo com alegria, como uma colaboração a tua obra de criadora, a minha própria realização e ao caminho de libertação da humanidade. Aceito o sofrimento que isso comporta, como participação na cruz de Jesus. E recomendo aos teus olhos de Pai os desempregados, os pobres e os desafortunados. Amem

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terça-feira, 13 de julho de 2010


BULLYING

O QUE SE ENTENDE POR BULLYING?

O termo inglês “bullying” pode ser traduzido, em
português, por intimidação. É uma forma de
violência entre pares, geralmente crianças ou jovens,
com a intenção de magoar a outra pessoa.
A maioria das situações de intimidação ocorre em
contexto escolar (recreios, casas de banho,
refeitórios e salas de aula) ou no percurso entre a
casa e a escola. Habitualmente acontece quando não
existem adultos por perto. Assim, é fundamental que
os pais, familiares e a escola estejam sensibilizados e
aprofundem o seu conhecimento acerca deste tema.

QUAIS OS TIPOS DE BULLYING?
• Verbal: chamar nomes, ser sarcástico, lançar
calúnias ou gozar com alguma característica
particular do outro (“gordo”; “caixa de óculos”;
“trinca-espinhas”)
• Físico: puxar, pontapear, bater, beliscar ou outro
tipo de violência física
• Emocional: excluir, atormentar, ameaçar,
manipular, amedrontar, chantagear, ridicularizar,
ignorar
• Racista: toda a ofensa que resulte da cor da pele,
de diferenças culturais, étnicas ou religiosas
• Cyberbullying: utilizar tecnologias de
informação e comunicação (Internet ou
telemóvel) para hostilizar, deliberada e
repetidamente, uma pessoa, com o intuito de a
magoar

ALGUNS SINAIS DE BULLYING:
A criança que está a ser vítima de bullying pode:
• Estar assustada ou não ter vontade de ir para a
escola
• Apresentar fracos resultados escolares
• Isolar-se
• Começar a gaguejar
• Mostrar angústia
• Deixar de comer
• Tornar-se agressiva
• Deixar de ter as suas economias (ou estas irem
desaparecendo)
• “Perder”, constantemente, o almoço ou outros
bens
• Começar a roubar dinheiro
• Ter medo de falar sobre o que se está a passar
• Ter pesadelos
• Tentar fugir
• Tentar o suicídio
Estes sinais podem indicar outro tipo de violência,
contudo, o bullying deve ser tido em consideração.
As manifestações são diferentes de criança para
criança, podendo, nalguns casos, ser pouco visíveis
ou mesmo passarem despercebidas, sem que isso
signifique menor gravidade.

MITOS E REALIDADES:
Mito: O Bullying é uma fase que faz parte da vida.
Todas as crianças conseguem ultrapassar essa fase.
Realidade: O bullying não é “normal” ou um
comportamento socialmente aceitável. Aceitar
tal comportamento é conferir mais poder aos/às
intimidadores/as.
Mito: Se a criança ou jovem contar a alguém, será
pior, uma vez que a intimidação aumentará.
Realidade: Estudos demonstram que o bullying
só pára quando os adultos e pares são
envolvidos.
Mito: O bullying é um problema da escola e só os/as
professores/as é que se devem preocupar.
Realidade: O bullying é um problema social que,
por vezes, pode ocorrer, também, fora da escola,
nomeadamente na rua, centros comerciais,
campos de férias e, mesmo, com adultos, nos
locais de trabalho.
Mito: As pessoas que intimidam nascem assim.
Realidade: O bullying é um comportamento
aprendido e os comportamentos podem ser
mudados.
O QUE É QUE A ESCOLA PODE FAZER?
A escola tem um papel fundamental, tanto ao nível
da prevenção como da intervenção.
É importante ter presente que:
• Todos somos responsáveis por promover um
ambiente seguro para todas a crianças, para que
estas possam desenvolver-se numa atmosfera
descontraída e segura.
• O bullying e outros tipos de comportamentos
violentos são inaceitáveis.
• Todos os profissionais, governantes, crianças e
pais devem ter uma compreensão do bullying.
• Devem ser postos em prática e disseminados
procedimentos para relatar acontecimentos
intimidatórios.
• Todas as crianças devem ser informadas acerca
da importância de contar a um adulto que estão a
ser intimidadas e saber que se deve lidar com
estes incidentes de uma forma imediata e eficaz.
Se uma criança lhe quiser contar uma situação
de bullying deverá:
• Procurar um espaço tranquilo e pedir-lhe que ela
lhe conte exactamente o que aconteceu.
• Acreditar em tudo o que a criança lhe contar e
valorizar o facto dele o ter conseguido fazer.
• Dizer à criança intimidada que a culpa da
intimidação não é dela e garantir que irá apoiá-la
na resolução do problema.

PROCEDIMENTOS DE INTERVENÇÃO:
Numa situação de bullying deverá:
• Falar com as crianças envolvidas num espaço
tranquilo e seguro.
• Relatar os incidentes à equipa.
• Nos casos de abusos mais sérios, os incidentes
devem ser registados pela equipa.
• Os pais das crianças envolvidas devem ser
informados e deve ser pedido para comparecerem
numa reunião para discutir o problema.
• Se for necessário e apropriado, a polícia deve ser
consultada.
• O comportamento intimidador e os traços
ameaçadores devem parar imediatamente.
• Deve ser feita uma tentativa para apoiar o/a
intimidador/a na alteração o seu comportamento.
• O/a intimidador/a deve pedir desculpa e ser
responsabilizado/a pelo seu comportamento.
• Em situações mais graves deve ser considerada a
suspensão ou mesmo a expulsão.
• Se possível, as crianças ou jovens devem reconciliarse.
É fundamental ter em conta que o Bullying é um
problema público, de forma a retirar do isolamento
as crianças e jovens sujeitos a este tipo de violência.

domingo, 30 de maio de 2010

ANÁLISE DO TEXTO - ALEGRES E IGNORANTES DE LYA LUFT

 EDUCAÇÃO QUE NÃO ENSINA

Em nosso cotidiano, o uso da língua ocorre por meio de interações verbais face a face sem restrições de contexto, condições, formas e interesses. Diariamente, empregamos a língua nas mais distintas situações e adquirimos experiências variadas, participando de atividades em que alcançamos o sucesso pretendido ou o insucesso indesejável. Contudo, todo usuário da língua sabe como iniciar, desenvolver e encerrar uma conversação; sabe introduzir, manter ou mudar o tópico discursivo; sabe dizer algo explicita ou implicitamente; sabe sugerir ou evidenciar uma idéia. Portanto, podemos concluir que todo indivíduo sabe a diferença entre fazer um elogio, um pedido ou uma ordem, pois tem noção de que há diferenças não só de ato de fala, mas distintas relações de poder. Segundo Marcuschi (1988:2), os falantes têm noção de que não é simples lidar com todo esse saber.

Partindo da análise do texto, observas-se a concepção de que saber língua é saber a sua gramática em situação de uso são enfocadas separadamente, mostrando que estas estão bem distantes das práticas nas sala de aula.

Em se tratando da gramática do texto/discurso, para Charolles (1987, apud Koch e Travaglia, 2000:44), esta tem natureza cognitivo-pragmática, a qual não possui a função de formular regras que definam:

‘[...] a boa ou a má formação do texto, mas busca representar os processos de tratamento e retratamento postos em ação pelos sujeitos, quando interpretam os dados textuais e que normalmente obedecem a restrições que levam em conta certas determinações psicológicas. .

Dentro desse prisma, fica evidente a importância do estudo da coerência, a qual é vista como um princípio de interpretabilidade do texto, sendo o seu estabelecimento dependente de elementos lingüísticos e do contexto lingüístico, do conhecimento de mundo, de fatores pragmáticos e interacionais.

Então, o texto é o ponto de partida e o ponto de chegada durante o trabalho em classe, e para analisá-lo, é importante salientar que se adotará a concepção de leitura apontada nos Parâmetros Curriculares Nacionais (Brasil, 1997:53), segundo a qual “A leitura é um processo pelo qual o leitor realiza um trabalho ativo de construção do significado do texto, a partir dos seus objetivos, do seu conhecimento sobre o assunto, sobre o autor, de tudo o que sabe sobre a língua”.

O processo de leitura e de análise lingüística proposto pelo texto alegres e ignorantes será realizado segundo uma divisão meramente didática e obedecerá às etapas de pré-leitura; leitura, e pós-leitura do mesmo. Nesse sentido, a etapa de pré-leitura consiste em uma atividade incentivada e acionada antes do início da leitura propriamente dita. Ela está ligada à teoria de esquemas, que aciona o conhecimento prévio do leitor e permite criar hipóteses sobre o conteúdo do texto, traçando uma ponte entre o texto a ser lido e o conhecimento histórico-cultural do leitor, essenciais ao processo de construção do significado do texto (Tagliaber & Pereira, 1997).

Já a etapa de leitura refere-se ao contato do indivíduo com o texto propriamente dito. Esta pode realizar-se em voz alta, silenciosamente ou de forma colaborativa. Solé (1998) considera a leitura compartilhada a mais eficaz, pois ensina estratégias que os alunos podem utilizar sozinhos.

A última etapa, a de pós-leitura, trata das atividades realizadas após a leitura, com o objetivo de tornar explícitos os conhecimentos constituídos implicitamente por meio da leitura. Para tanto, recorrer-se-á ao processo psicolingüístico de leitura, a partir de atividades de decodificação, compreensão e interpretação do texto.

Dessa forma, apresentar-se-á uma proposta de leitura e de análise lingüística para o texto, o qual mostra que a Ignorância também é vício. A escolha dá-se em função de o assunto do texto não ser desconhecido aos alunos, fazendo parte de seu contexto sociocultural, o que proporciona maior envolvimento na atividade.

O texto alegres e ignorante, refere-se à ignorância não só gerada pela pobreza, do povo brasileiro, mas põe em ênfase a ignorância daqueles que leem, estudam e ainda assim continuam ignorantes diante do próprio conhecimento adquirido por longos anos de graduação. Mas é bom levar em consideração que as atividades de leitura do texto privilegiarão o trabalho tanto com a análise lingüística, contemplando aspectos relevantes da gramática textual (coesão textual) e da gramática da frase (uso recorrente da voz passiva), como também com a prática reflexiva de leitura, buscando associar o título do texto ao ponto de vista expresso pelo autor. Propondo discutir esse ponto de vista, ora validando-o ora questionando-o por meio de diferentes visões, obtidas no contexto do texto.

EDUCAÇÃO QUE NÃO ENSINA, MAS ALIENA.

A ignorância é um dos principais problemas da população brasileira. Pessoas são ludibriadas pelo simples fato de não terem a informação necessária para saber no mínimo quais os seus direitos. Será que estamos aprendendo e ensinando ou estamos fingindo que aprendemos e que ensinamos? O processo educacional, por sua vez, deve ser um plano para a vida toda; e assim tem que ser, pois sabedoria não é algo que se consiga em uns poucos anos de escola. Em verdade, a escola por si só não é condição suficiente para fazer de alguém um sábio; é preciso estudo constante, reflexão, observação. A educação pouco praticada, não leva à formação mais completa do estudante e do cidadão, faz-se necessário preparar o indivíduo para interagir com as informações esparsas e construir seu conhecimento de mundo. Apesar dessa constatação, nossa escola (e não nos limitemos aos níveis básicos, estamos falando também do ensino superior) continua tentando formar seus alunos como se ainda estivéssemos no século passado e não no limiar de uma nova era. Ensinando fatos e cobrando sua memorização, fazendo assim que a escola esqueça seu principal papel: o de ensinar a aprender; se construção a das relações críticas entre os diversos fenômenos, e a vida em sociedade.O indivíduo deve ser sabedor da existência de determinadas informações e de onde se localizam para que, no momento adequado, as acesse. Nesse sentido, é papel importante da escola criar ambientes de aprendizagem fundamentados na pesquisa, enquanto busca e avaliação de informações.

Neste exercício de repensar a educação é importante não cair nas armadilhas da "ditadura dos conteúdos"; Mais vale um aluno entender bem e profundamente uma pequena parcela do que é proposto do que não entender nada. Mais vale aprender menos conteúdos mas aprender a ter prazer com o uso do intelecto, a apreciar a pesquisa, e descobrir as demais informações, ao invés de ouvir sobre muitas coisa e não aprender sobre as mesmas. Há que transformar a sala de aula num ambiente interativo facilitador da aprendizagem que leve o indivíduo a não só adquirir conhecimentos, mas também reconhecer que a utilidade do conhecimento e a sua aplicação mais importante está fora da sala de aula, a habilidade de pensar criticamente pouco valor tem se não for exercitada no dia-a-dia das situações da vida real. Tudo isto não ocorre espontaneamente, e aí entra o papel do professor, encorajando os alunos a fazerem conexões com eventos externos ao mundo da simulação, descobrindo a ligação entre a situação vivida e os conteúdos curriculares.

Diante da totalidade dos desafios e das incertezas do tempo atual, que evidenciam uma desestabilização dos aspectos da educação como agente de transformação e reflexão do conhecimento, acredita-se que só com a ressignificação da mesma como fenômeno social complexo e a adoção de uma postura crítico-reflexivo pode-se conseguir adquirir uma verdadeira educação que ensina e não aliena, deixando ou seus usuário alegres e conscientes de seu conhecimento e não mais alegres e ignorantes diante do saber.

Para tanto, torna-se necessário (re)investir sempre na abrangência da formação profissional cujos aportes considerem a importância da formação teórica, não como condição da prática, mas de reflexão sobre a prática (Libâneo, 2000); a dupla conotação da prática como ação ética orientada para fins e como atividade instrumental adequada a situações; a cultura crítica como inerente à reflexão/refletividade, por meio das quais o profissional possa (re)incorporar, (re)exercitar e aprimorar as mesmas competências (Perrenoud, 2000, 1999) que pretende desenvolver em seus educandos.

REFERÊNCIAS:

• BRASIL. Parâmetros curriculares nacionais do Ensino Médio: Linguagens e Códigos. Secretaria de Educação Fundamental. Brasília. Secretaria de Ensino Médio, 1997.
• MARCUSCHI. Luiz Antônio.Oralidade e Ensino de Língua: uma questão pouco “falada”. 1988:2

• TAGLIABER, L. K. ; PEREIRA, C. M. Gragoatá. Atividades pré-leitura. (92): 73-92, 1997.
• SOLÉ, Isabel. Estratégias de leitura. Porto Alegre, RS.: ArtMed,1998.

PROJETO DE INTERVENÇÃO: JORNAL NA ESOLA

PROJETO JORNAL NA ESCOLA
TEMA: Eu Faço Parte Dessa História...
PROBLEMA:
Como maneira de diversificar a forma de aprender e ensinar, a escola aderiu a estas novas formas de trabalhar a produção textual, pois já não se faz necessário escrever sempre as mesmas coisas e do mesmo jeito; é preciso incentivar o educando a criar e escrever a sua própria história de várias formas e com novos contextos. Ás vezes os Professores trabalham as informações de acordo com seu plano de trabalho, procurando desenvolver junto aos seus alunos as habilidades que não os levam a criticar, sugerir, ler, interpretar e até mesmo de escrever sobre diversos assunto. Tais habilidades são indispensáveis nessa sociedade em que tudo envolve muita interpretação. O professor como mediador tem papel fundamental na articulação destas informações, principalmente na filtração para o uso na educação. A busca através da pesquisa proporciona muitas descobertas, principalmente quando os mesmos produzem as suas próprias informações. Alunos resgatam sua auto-estima ao descobrir que sua produção pode ser trabalhada por outros colegas, valorizando ainda mais a sua produção. O trabalho com informativos ou jornais escolares são exemplos de produções significativas que vem ganhando campo em muitas escolas, principalmente por possibilitar um universo de abordagens. O projeto “jornal Escolar” visa proporcionar informações institucionais e educativas a toda comunidade, onde a finalidade principal está em despertar a produção e participação direta dos alunos, desta forma desenvolvendo os mais variados tipos de habilidades.

O “Jornal escolar” visa a superar o baixo rendimento dos alunos, a partir da melhoria da leitura e da escrita, bem como estimular a expressão oral e produção textual. As matérias publicadas incluem tipos e gêneros textuais diferentes, presentes no convívio social e na vida do aluno: artigos de opinião, poesias, notícias, concursos, acrósticos, charges, dicas (saúde, esporte, trabalho, vivências), recados, bilhetes, cartas, crônicas, contos, diários, receitas, entrevistas, histórias em quadrinhos, resenhas (livros, filmes), adivinhações, charadas, desafios matemáticos etc.
PÚBLICO ALVO:

O projeto será direcionado a educadores, equipe técnica e educandos do 4º ciclo ( 8ª série) do ensino fundamental de uma escola pública estadual da cidade de Canavieiras-BA.
JUSTIFICATIVA:

O jornal, como fonte primária de informação (FARIA, 2005) pode ser considerado um dos mais importantes instrumentos de comunicação entre alunos e professores, a escola e sociedade. Informar os leitores de assuntos que fazem parte do seu contexto certamente despertará a curiosidade dos leitores envolvidos, principalmente se essa comunicação abordar princípios pedagógicos e de conhecimentos. A interpretação, a produção, os erros ortográficos e gramaticais, a falta de criatividade são fatos que preocupam a educação atualmente, mesmo com tantas inovações metodológicas, a forma com que o sistema avalia nossos alunos continua a mesma. As avaliações que medem os índices de níveis de aprendizados cobram muito a interpretação e a produção. Conseqüentemente professores buscam na medida do possível trabalhar vários tipos de linguagem textual para tentar amenizar os índices. Um jornal como recurso didático possibilita o trabalho com diversos textos, além de despertar nos alunos habilidades como: pesquisar, produzir, criticar, interpretar, discernir, corrigir, etc.
OBJETIVOS:
OBJETIVO GERAL

Utilizar a produção do jornal para informar, comunicar, integrar e atacar os problemas relacionados à composição textual, desenvolvendo ao mesmo tempo habilidades que venham trazer informações construtivas de nível institucional e educacional à comunidade.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Estimular a leitura e escrita;

- Despertar a criatividade; -

Proporcionar a formação crítica dos alunos quanto às informações recebidas;

- Promover a integração dos alunos;

- Divulgar informações institucionais e educacionais;

- Trabalhar informações e temas atuais;

- Desenvolver a capacidade de procurar, organizar e apresentar as informações;

- Incentivar a cooperação;

- Elaborar uma produção significativa;

- Integrar e inter-relacionar disciplinas e conteúdos;
REVISÃO DE LITERATURA:

Segundo TAJRA (2001: 137), A produção de textos é um dos componentes mais importantes para a consolidação de nossos conhecimentos. Quem se expressa, expressa-se em função de alguma situação e finalidade; quem conclui desenvolve uma visão critica sobre algo. O jornal também proporciona um trabalho interdisciplinar, já que na elaboração do roteiro poderá ser distribuídas editorias de outras áreas, além do português. Qualquer produção exige do produtor uma prévia preparação e pesquisa, essa sistematização desperta as habilidades, resgata a auto - estima e participa à comunidade os fatos e trabalhos desenvolvidos na escola.

Um trabalho de produção pode desenvolver algumas habilidades de linguagem, escrita e oralidade, através de instrumentos como o computador e recursos didáticos como jornais e revistas. Sistematizar as ações é fator fundamental para o desenvolvimento do projeto, considerando sempre alguma flexibilidade no que diz respeito à seleção de editoriais e grupo de trabalho. A importância de produzir, pesquisar, revisar e desenvolver várias habilidades nos leva a considerar um grande percentual de aproveitamento e consequentemente chegar a uma produção significativa.
METODOLOGIAS

O desenvolvimento do projeto terá inicio com a escolha do grupo de trabalho. No segundo momento será atribuído um nome ao jornal escolar, através de sugestões de alunos da escola e avaliada por votação e equipe de professores e integrantes da equipe do jornal. O terceiro momento será para a definição e distribuição das reportagens abordadas. Observando que estas deverão ser produzidas pelos próprios educando e deverão conter assuntos relacionados com o Colégio Estadual Osmário Batista. E que todas as matérias do jornal deverão ter a participação de professores que fazem parte do colégio, principalmente aqueles que já estão a mais tempo no quadro efetivo. A pesquisa e produção serão trabalhadas com professor de português e Inglês responsáveis pelas turmas organizadoras do jornal. Em seguida inicia-se a fase de esquematização e designer no laboratório de informática, também com professor responsável. Nessa etapa do projeto serão definidos pelos alunos envolvidos, os padrões, modelos, letras e cores. Só depois de revisado os textos é que será iniciada a digitação do trabalho. Para finalizar, o projeto terá uma nova revisão seguindo a última fase, a de impressão.
RECURSOS
HUMANOS

Alunos do 4º ciclo do ensino fundamental;

Professores, estagiárias

Equipe técnica e gestores da escola.

MATERIAIS

Jornais antigos e atuais;

Revistas;

Papel A4 ou A6 para impressão;

Impressora jato de tinta colorida;

Computador;

Internet;

Livros e documentos históricos;

Cadernos;

Mídias de CD;

CRONOGRAMA:

MÊS ATIVIDADES PARA DESENVOLVER

AGOSTO

04 - 07 -Apresentar o programa para a diretora da escola;

-Fazer a seleção das turmas na escola que participará do projeto e apresentar o projeto para as professoras das turmas selecionadas;

10-20 - Coletar materiais ( livros, documentos, revistas, edições antigas de jornais, etc);

- selecioná-los para a realização das atividades e entregá-los para os professores, estimulando-os para a elaboração do projeto;

24-31 - Definir as turmas que participarão do projeto;

- Capacitar professores e equipe técnica que desenvolverão as atividades;

SETEMBRO

01-04 - Distribuir os temas que serão trabalhados por grupos ou turmas;

07-11 - Aplicar as oficinas para a confecção dos textos ( matérias) do jornal em Português e Inglês;

-Iniciar a avaliação dos alunos, registrando as oficinas realizadas com seus respectivos resultados;

-Produzir relatório das atividades para a avaliação;

14-18 - Escolha de modelos e padrões de designer (laboratório) e conhecimento do programa a ser trabalhado;

-Primeira digitação no programa Publisher e impressão para revisão;

25 -Apresentação do trabalho para a comunidade

26 - Apresentação do trabalho para a comunidade

-Produção de relatório final;

-Revisão de relatório final.

27 -Entrega de relatório final.
RESULTADOS ESPERADOS

O projeto em questão será avaliado pelo envolvimento da comunidade escolar, quanto aos temas e ações desenvolvidos durante e depois pela repercussão dentro do contexto. Como o trabalho passa por várias etapas de revisão, será observada em cada grupo de trabalho a participação ativa em todas as tarefas desenvolvidas, em todas as revisões e visita no laboratório. Ao trabalhar caminhos percorridos para a solução do erro (sem saber que errou) conseguimos encontrar as falhas e corrigi-lás sem que ofenda o aluno e/ou diminua sua auto-estima, desta forma incluir e não excluir nossos alunos. Toda construção acontece pela verificação e depuração de caminhos. Ao avaliar, não queremos medir conhecimentos, mas verificar falhas em nossa prática como mediadores e tentar outros métodos e metodologias que nos ajude a corrigi-lás.
REFERÊNCIAS:

• LAGE, Nilson S. Estrutura da Notícia. São Paulo: Ática, 2000

• PENA, Felipe S. Jornalismo Literário. São Paulo: Contexto, 2006

• SANTA’ANA, Armando S. Propaganda – Teoria, Técnica e Prática. São Paulo: Thomson Pioneira, 1998

PROJETO DE INTERVENÇÃO - LÍNGUA PORTUGUESA: UM CONTO EU RECONTO.

UM CONTO, EU RECONTO.
Problema
Um dos grandes desafios do docente na escola é o despertar para a prática da leitura. É por isso que a questão do ato da leitura está dia-a-dia no centro das propostas escolares.
Hoje o eixo do ensino-aprendizagem para os educadores de Língua Portuguesa é a diversidade das informações e a contextualização. Com a contextualização a leitura é possível para quem ainda não sabe ler e também para quem ainda precisa despertar o gosto pela prática da leitura.
A realidade está cercada de palavra. Os alunos vivem o seu dia-a-dia cercados de textos e informações. É na utilização destes que os educandos tornam-se capazes de utilizar o que aprendem em situações reais, pois, só quando o aluno é capaz de ler e compreender os textos do mundo em que ele está inserido, é que o mesmo se tona um verdadeiro usuário da leitura (ele conta e reconta).
PÚBLICO ALVO:
O projeto será direcionado a educadores, equipe técnica e educandos do 4º ciclo (7ª série) do ensino fundamental de uma escola pública Estadual da cidade de Canavieiras-B A.
JUSTIFICATIVA:
O Projeto surgiu a partir de uma observação realizada em uma escola da rede Estadual de ensino com alunos do 4º ciclo do ensino fundamental (7ª Série), com o ensejo de contribuir com o desenvolvimento dos mesmos. O Projeto mostra algumas oportunidades no contato do educando com a leitura do mundo que o rodeia; textos, placas (informativas), livros, revistas, jornais etc.Em vez capacitar os alunos para repetir palavras, textos e decorar regras; é preciso trazer para a sala de aula o conhecimento do mundo.
A leitura do mundo precede a leitura da palavra, a releitura é a compreensão crítica da importância do ato de ler. É necessário trabalhar pedagogicamente com as particularidades da releitura utilizando-se do contexto social e cultural em que o educando está inserido para que ocorra a linguagem.
A realidade escolar está vinculada a repetições literárias, o que traz resistência no educando quanto á prática da leitura. Na maioria das vezes nas escolas o ato da leitura não é associado ao prazer de ler; faz-se necessário o resgate da leitura como criação de vínculo entre o aluno e o que ele lê.
OBJETIVOS
OBJETIVO GERAL

Proporcionar ao educando a compreensão do ato da leitura, para que o mesmo possa repeti-la, recriá-la e reinventá-la em seu contexto social e cultural, desenvolvendo nos alunos a criatividade e o gosto pelo ato de ler e suas habilidades como leitores através de atividades variadas.

OBJETIVOS ESPECÌFICOS

- Refletir sobre o ato da leitura e os seus fenômenos, principalmente na questão da

variedade lingüística.

- Promover a releitura como interação entre o aluno e mundo, ampliando assim a interpretação do educando.

- Contribuir com a diminuição da evasão, da repetência e com o rendimento do aluno.

- Ampliar o desenvolvimento dos professores em sala de aula, bem como a criação de vínculos entre os mesmos e alunos.
REVISÃO DE LITERATURA
É cada vez mais necessário que a escola trabalhe tendo como função a transformação do mundo e suas realidades. É preciso que esteja contida nessa função a ênfase da criação e da recriação do conhecimento, dentro do cotidiano a oralidade ocupa sem dúvida lugar de destaque, pois, a Língua Portuguesa é constituída de variedades as quais determinam as situações de comunicação.
Segundo Paulo Freire (1995) o fato de necessitar da ajuda do educador, como ocorre em qualquer relação pedagógica, não significa anular a criatividade na construção da linguagem, especialmente na leitura desta linguagem, Na verdade tanto o educando quanto o educador é capaz de expressar oralmente seus conhecimentos, sem ser necessário que seja feito uma leitura rigorosa do mundo, mas que essa leitura possibilite a releitura de mundo e de palavras.
A biblioteca, por exemplo, não precisa ser vista como um depósito silencioso de livros, mas tem que, ser vista como fator fundamental para o aperfeiçoamento da prática da leitura. Os objetos e palavras que nos rodeiam também não precisam perder sua significação, mas é preciso anexá-los em nossa contextualização oral.
Pode-se considerar que é preciso que exista uma leitura que não só produza palavras, mas que propicie compreensão de idéias, para que ocorra uma leitura constante em todos os níveis escolares.

Ajudar aos educandos a perceberem o valor da leitura não é tão difícil; se esse processo for bem desenvolvido pelo educador, basta que este permita o pensar para que ocorra o repensar, desta maneira ocorrerá a real compreensão da leitura. Na nossa sociedade é inegável a necessidade de se formar leitores ao invés de ledores.
Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais (1988), formar leitores é algo possível; para isso, a escola deverá organizar um conjunto de atividades que, progressivamente,

possibilite ao aluno:utilizar a linguagem na escuta e produção de textos orais e na leitura e produção de textos escritos de modo a atender a múltiplas demandas sociais, responder a diferentes propósitos comunicativos e expressivos, e considerar as diferentes condições de produção do discurso; utilizar a linguagem para estruturar a experiência e explicar a realidade, operando sobre as representações construídas em várias áreas do conhecimento; sabendo como proceder para ter acesso, compreender e fazer uso de informações contidas nos textos, reconstruindo o modo pelo qual se organizam em sistemas coerentes. Pois, a leitura é o processo no qual o leitor realiza um trabalho ativo de compreensão e interpretação do texto, a partir de seus objetivos, de seu conhecimento sobre o assunto, sobre o autor, de tudo o que sabe sobre a linguagem etc. Não se trata de extrair informação, decodificando letra por letra, palavra por palavra. Trata-se de uma atividade que implica estratégias de seleção, antecipação, inferência e verificação, sem as quais não é possível proficiência. É o uso desses procedimentos que possibilita controlar o que vai sendo lido, permitindo tomar decisões diante de dificuldades de compreensão, avançar na busca de esclarecimentos, validar no texto suposições feitas.
Um leitor competente sabe selecionar, dentre os textos que circulam socialmente, aqueles que podem atender a suas necessidades de leitor, conseguindo estabelecer as estratégias adequadas para abordar tais textos. O leitor competente é capaz de ler as entrelinhas, identificando, a partir do que está escrito, elementos implícitos, estabelecendo relações entre o texto e seus conhecimentos prévios ou entre o texto e outros textos já lidos.
O terceiro e quarto ciclos têm papel decisivo na formação de leitores, pois é no interior destes que muitos alunos ou desistem de ler por não conseguirem responder às demandas de leitura colocadas pela escola, ou passam a utilizar os procedimentos construídos nos ciclos anteriores para lidar com os desafios postos pela leitura, com autonomia cada vez maior.
Assumir a tarefa de formar leitores impõe à escola a responsabilidade de organizar-se em torno de um projeto educativo comprometido com a intermediação da passagem do

leitor de textos facilitados (infantis ou infanto-juvenis) para o leitor de textos de complexidade real, tal como circulam socialmente na literatura e nos jornais; do leitor de adaptações ou de fragmentos para o leitor de textos originais e integrais.
De certa forma, é preciso agir como se o aluno já soubesse aquilo que deve aprender, o professor deve preocupar-se com a diversidade das práticas de recepção dos textos: não se lê uma notícia da mesma forma que se consulta um dicionário; não se lê um romance da mesma forma que se estuda. Boa parte dos materiais didáticos disponíveis no mercado, ainda que venham incluindo textos de diversos gêneros, ignoram a diversidade e submetem todos os textos a um tratamento uniforme.

Para considerar a diversidade dos gêneros, não ignorando a diversidade de recepção que supõem as atividades organizadas para a prática de leitura devem ser diversificadas. Produzir esquemas e resumos pode ajudar a apreensão dos tópicos mais importantes quando se trata de textos de divulgação científica; no entanto, aplicar tal procedimento a um texto literário é desastroso, pois apagaria o essencial. Também não se formará um leitor de textos de imprensa, do qual se espera, senão uma leitura diária, ao menos uma leitura regular dos jornais, lendo-se notícias apenas no primeiro bimestre.

Além disso, se os sentidos construídos são resultados da articulação entre as informações do texto e os conhecimentos ativados pelo leitor no processo de leitura, o texto não está pronto quando escrito: o modo de ler é também um modo de produzir sentidos. Formar leitores é algo que requer condições favoráveis, não só em relação aos recursos materiais disponíveis, mas, principalmente, em relação ao uso que se faz deles nas práticas de leitura.
METODOLOGIA
*Proporcionar condições para uma leitura eficaz, desenvolvendo a releitura, com o intuito de favorecer uma reflexão crítica e sugestiva. Despertando o interesse de formar leitores aptos em releituras.
*Confeccionar textos, para que seja feito um registro destes; posteriormente será feita uma seleção para o conteúdo do diário de leitura, o qual será composto por: textos informativos, poemas, poesias, versos, anúncios, etc.
*Desenvolver grupos de leitura, para que sejam compreendidas as propostas que serão desenvolvidas pelo professor, (organizar rodas de leitura pos exemplo).
*Durante a realização do projeto serão realizadas visitas às salas de aula para a observação do desenvolvimento das atividades, e visitas extra-classe para a observação do meio. Serão feitas entrevistas com os alunos e professores que estarão envolvidas no projeto, para que sejam verificados os resultados das atividades.

RECURSOS
HUMANOS
• Alunos do 4º ciclo do ensino fundamental;

• Professores;

• Equipe técnica e gestores da escola;
MATERIAIS

• Livros diversos de leitura infanto juvenil, revistas, jornais, cadernos;

• Computador;

• Retro projetor;

• Lousa e giz;

• Aparelho de som.

• Mídias de CD, DVD,

• Pendrive

• Internet

CRONOGRAMA

Atividades para desenvolver

MARÇO -Apresentar o programa a Secretaria de Educação.

-Fazer a seleção das turmas na escola que participará do projeto.

- Apresentar o projeto para diretoria e coordenação da escola selecionada.

-fechar parceria com a escola.
ABRIL -Fazer coleta de materiais (livros variados, revistas cadernos,etc.) e selecioná-los para a realização das atividades.

-Definir as turmas que participarão do projeto.

-Capacitar professores e equipe técnica que desenvolverão as atividades.
MAIO -Aplicar oficinas nas aulas de Língua Portuguesa para que os professores possam ir desenvolvendo as novas técnicas.
JUNHO - Iniciar a avaliação mensal dos alunos e consecutivamente registrar as oficinas realizadas com seus respectivos resultados.
JULHO -Produzir relatório de atividades para avaliação.
AGOSTO -Entregar os livros para os professores, e pedir para que o mesmo crie uma oficina literária individual.

- Aplicar a oficina criada pelo professor nas salas, as quais estarão subdivididas em grupo.
SETEMBRO -Observar os professores durante as aulas.

-Estimular os professores para que eles criem novas tecnologias para serem utilizadas durante prática da leitura.

OUTUBRO Estimular os professores para que ocorra a aplicação de atividades lúdicas nos horários das aulas de Língua Portuguesa e extra-classe.
NOVEMBRO -Produção de relatório final.

-Revisão de relatório final.
DEZEMBRO -Apresentação de relatório final.

- Entrega de relatório final.
RESULTADOS ESPERADOS
*Formar professores aptos para o exercício da prática de leituras e releituras.

*Contribuir para o desempenho dos professores em sala de aula.

*Contribuir com o rendimento dos alunos, e consequentemente com a diminuição do alto índice da evasão escolar.

*Aumento do repertório do aluno, levando-o a ser não só um leitor, mas também, um contador de histórias e suas releituras de mundo.

*Confecção de um Diário de textos (poemas, poesias, versos, etc.) para serem apresentados aos participantes do projeto.

* Que todos os objetivos sejam alcançados com grande êxito.


REFERÊNCIAS:

Brasil. Parâmetros Curriculares Nacionais:5ª a 8ª Série.Brasília,1998.
Brasil.Revista da TV escola.Nº. 10 Março / Abril, 1998.
FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler.31 ed.São Paulo:Autores associados Cortez,1995.







PROJETO DE INTERVENÇÃO - A LÍNGUA INGLESA TEM VALOR

A LÍNGUA INGLESA TEM VALOR.

PROBLEMA

Aprender Inglês é muito importante diante da realidade mundial. A importância do inglês no mundo contemporâneo, pelos motivos de natureza político-econômica, não deixa dúvida sobre a necessidade de aprendê-lo.

Esses mesmos fatores de natureza sociopolítica devem orientar o trabalho do professor. A aquisição da Língua Inglesa precisa ser algo prazeroso; contudo são verídicas as inúmeras dificuldades encontradas no aprendizado do Inglês em todas as séries, principalmente nas escolas públicas. Uma das principais dificuldades é a carência de recursos como o livro didático; que na maioria das vezes é a única fonte de aprendizagem, mas muitas escolas nem o adquirem. Deve-se considerar também o fato de que as condições na sala de aula da maioria das escolas brasileiras (carga horária reduzida, classes superlotadas, pouco domínio das habilidades orais por parte da maioria dos professores, material didático reduzido a giz e livro didático etc.) podem inviabilizar o desenvolvimento das habilidades orais como central no ensino de Língua Estrangeira. No Brasil não é levado em conta o critério de relevância social para a aprendizagem da Língua Inglesa. Com exceção da situação específica de algumas regiões turísticas ou de algumas comunidades plurilíngües, o uso de uma língua estrangeira parece está em geral, mais vinculado à leitura de literatura técnica ou de lazer.
Mas apesar dessa e outras dificuldades a sociedade vem exigindo a aquisição da Língua Inglesa, esta hoje é vista como Língua mundial, e o educando não tem recebido preparação para a aquisição do Inglês. Diante disto a desvalorização da Língua Inglesa por parte do educando impossibilita o êxito do aprendizado e o desenvolvimento da Língua que hoje domina o mundo em todos os âmbitos globais.

A aprendizagem de Língua Estrangeira é uma possibilidade de aumentar a autopercepção do aluno como ser humano e como cidadão. Por esse motivo, ela deve centrar-se no engajamento discursivo do aprendiz, ou seja, em sua capacidade de se engajar e engajar outros no discurso de modo a poder agir no mundo social.

Para que isso seja possível, é fundamental que o ensino de Língua Estrangeira seja balizado pela função social desse conhecimento na sociedade brasileira. Embora seu conhecimento seja altamente prestigiado na sociedade, as línguas estrangeiras, como disciplinas, se encontram deslocadas da escola. A proliferação de cursos particulares é evidência clara para tal afirmação. Seu ensino, como o de outras disciplinas, é função da escola, e é lá que deve acontecer.

Durante o aprendizado da Língua Inglesa é preciso considerar o desenvolvimento de habilidades orais como central. No ensino de Língua Estrangeira no Brasil não leva em conta o critério de relevância social para a sua aprendizagem. Com exceção da situação específica de algumas regiões turísticas ou de algumas comunidades plurilíngües, o uso de uma língua estrangeira parece está, em geral, mais vinculado à leitura de literatura técnica ou de lazer. Note-se também que os únicos exames formais em Língua Estrangeira (vestibular e admissão a cursos de pós-graduação) requerem o domínio da habilidade de leitura. Portanto, a leitura atende, por um lado, às necessidades da educação formal, e, por outro, é a habilidade que o aluno pode usar em seu contexto social imediato.

Além disso, a aprendizagem de leitura em Língua Estrangeira pode ajudar o desenvolvimento integral do letramento do aluno. A leitura tem função primordial na escola e aprender a ler em outra língua pode colaborar no desempenho do aluno como leitor em sua língua materna.
PÚBLICO ALVO
O projeto será direcionado a educadores, equipe técnica e educandos do 4º ciclo (7ª série) do ensino fundamental de uma escola pública Estadual da cidade de Canavieiras-B A.

JUSTIFICATIVA

Adquirir conhecimento é um dos maiores desafios, para os educadores, comprometerem-se com uma educação de qualidade; tem sido uma das principais dificuldades encontradas na prática pedagógica.

Através deste projeto é esperado que seja intensificada a busca pelo conhecimento e a valorização da capacitação do educando; o qual deve ser incentivado a enfrentar desafios como: Dominar novas tecnologias, aquisição de uma nova Língua, pois esses tópicos são essenciais para que seja ampliado o nosso universo de aprendizagem, é necessária uma busca de novas formas para trabalhar a leitura e atividades onde o educando seja levado a utilizar estratégias de aprendizagem e de raciocínio crítico. Assim o educando não só aprenderá a Língua Inglesa, mas, também aprenderá a empregar tais conhecimentos e selecionará organizadamente as informações recebidas.

Na sala de aula faz-se necessário o desenvolvimento de processos culturais e sociais, onde o educando será levado a perceber a importância (valor) da Língua Inglesa em seu cotidiano. É esta concepção que se deve ter da aprendizagem de uma língua estrangeira, notadamente do inglês: usá-lo para se ter acesso ao conhecimento em vários níveis (nas áreas científicas, nos meios de comunicação, nas relações internacionais entre indivíduos de várias nacionalidades, no uso de tecnologias avançadas etc.). O acesso a essa língua, tendo em vista sua posição no mercado internacional das línguas estrangeiras, por assim dizer, representar para o aluno a possibilidade de se transformar em cidadão ligado à comunidade global, ao mesmo tempo em que pode compreender, com mais clareza, seu vínculo como cidadão em seu espaço social mais imediato.


OBJETIVOS

OBJETIVO GERAL

Incentivar o aluno a valorização da comunicação humana, vivenciada através do uso da Língua Inglesa. Refletindo sobre as maneiras de agir, interagir e as visões de seu próprio mundo, viabilizando assim o maior entendimento do seu papel de agente transformador.


OBJETIVOS ESPECÍFICOS


-Adquirir conhecimento sobre a organização e a oralidade textual, bem como utilizar a Língua Inglesa como comunicação.

-Possibilitar ao educando a aprendizagem de uma língua estrangeira em processo real, pedagógico, criativo e inovador.

-Reconhecer o valor necessário da Língua Inglesa como uma língua que lhe possibilita o acesso a um profissionalismo constituído de conhecimentos sistêmicos e necessários no processo global.

REVISÃO LITERÁRIA

Não é ato que a aquisição de conhecimentos está sobre a responsabilidade da escola, mas é bom lembrar que o estímulo deve ser desenvolvido no início da vida escolar; pois só assim o educando se sentirá estimulado a buscar o que lhe é importante, a Língua Inglesa é um dos desafios das novas tecnologias mundiais.

De acordo como os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs)-(1998). A Língua Inglesa tornou-se algo que tomou uma grande proporção mundial em todos os meios sociais,inclusive os de comunicação, profissional,científico e principalmente o tecnológico e no comércio. A Língua Estrangeira no ensino fundamental tem um valioso papel construtivo como parte integrante da educação formal. Envolvem um complexo processo de reflexão sobre a realidade social, política e econômica, com valor intrínseco importante no processo de capacitação que leva à libertação. Em outras palavras, Língua Estrangeira no ensino fundamental é parte da construção da cidadania. Os primeiros contatos com a aprendizagem de inglês de maneira formal, sistematizada, ocorrem para a maioria dos nossos alunos, no início do terceiro ciclo, período este em que, de modo geral, enfrentam conflitos, representados por transformações significativas relacionadas ao corpo, à sexualidade, ao desenvolvimento cognitivo, à emoção, à afetividade, além dos relacionados aos aspectos socioculturais. Torna-se bastante difícil traçar um perfil do aluno que chega ao terceiro ciclo, tanto em relação aos aspectos afetivo-emocionais que marcam esse período quanto em relação aos diferentes conhecimentos de língua materna que possuem e os diferentes níveis de familiaridade que apresentam em relação à língua estrangeira.

Para muitos alunos, o início do terceiro ciclo é também o momento de entrada no mercado de trabalho. A insegurança que todas essas mudanças geralmente representam pode se dar de modo mais marcado ainda no caso da Língua Estrangeira, por representar o início, para muitos deles, de uma aprendizagem totalmente nova. Contudo, a demanda de conhecimento de língua estrangeira na sociedade de hoje, coloca para o professor o desafio de partir da heterogeneidade de experiências e interesses dos alunos para organizar formas de desenvolver o trabalho escolar de maneira a incorporar seus diferentes níveis de conhecimento e ampliar as oportunidades.

Segundo Eduardo Amos e Elisabeth Prescher (2005), ambos os autores da coleção Our Way, afirmam que estudar Inglês deve ser prazeroso e divertido, pois é algo fundamental para a compreensão do espaço global em que vivemos.

METODOLOGIAS

-Exercícios de verificação de aprendizagem.
-Atividades estruturadas que poderão ser dinamizadas pelos alunos através da repetição (diálogos).
-Leitura de textos para a aquisição da pronúncia.
-Análise de textos para reforçarem os conhecimentos já adquiridos.



RECURSOS

HUMANOS
• Alunos do 3º ciclo do ensino fundamental;
• Professores;
• Equipe técnica e gestores da escola;


MATERIAIS
• Livros diversos de leitura , revistas, jornais, cadernos, dicionários ;
• Computador;
• Retro projetor;
• Lousa e giz;
• Aparelho de som
• Mídias de CD, DVD
• Pendrive
• Internet

CRONOGRAMA


MÊS Atividades para desenvolver

MARÇO -Apresentar o programa a Secretaria de Educação.
-Fazer a seleção das turmas nas escolas que participarão do projeto.
- Apresentar o projeto para diretoria e coordenação da escola selecionada.
-fechar parceria com a escola.


ABRIL -Fazer coleta de materiais (livros variados, revistas cadernos, dicionários, etc.) e seleciona-los para a realização das atividades.
-Definir as turmas que participarão do projeto.
-Capacitar professores e equipe técnica que desenvolverão as atividades.


MAIO -Aplicar oficinas nas aulas de Língua Inglesa para que os professores possam ir desenvolvendo as novas técnicas.

JUNHO - Iniciar a avaliação mensal dos alunos e consecutivamente registrar as oficinas realizadas com seus respectivos resultados.

JULHO -Produzir relatório de atividades para avaliação.

AGOSTO -Entregar os livros para os professores, e pedir para que o mesmo crie uma oficina para conversações.
- Aplicar a oficina criada pelo professor nas salas, as quais estarão subdivididas em grupo.

SETEMBRO -Observar os professores durante as aulas.
-Estimular os professores para que eles criem novas tecnologias para que a prática da Língua Inglesa seja mais valorizada.

OUTUBRO Estimular os professores para que ocorra a aplicação de atividades lúdicas nos horários das aulas de Língua Inglesa e extra-classe (festa das nações).

NOVEMBRO -Produção de relatório final.
-Revisão de relatório final.

DEZEMBRO -Apresentação de relatório final.
- Entrega de relatório final.
RESULTADOS ESPERADOS

*Promover a interação entre professor e aluno.
*Desenvolver a consciência no educando quanto cidadão, sobre a valorização e a reflexão da língua Inglesa em sua visão de mundo.
* Contribuir para a atuação dos professores na sala de aula.
*Desenvolver atitudes críticas, formando indivíduos aptos a analisar e discutir informações em conversações diversas.
* Que todos os objetivos sejam alcançados com grande êxito.
REFERÊNCIAS:

Brasil. Parâmetros Curriculares Nacionais:5ª a 8ª Série.Brasília,1998.
Amos, Eduardo. Our Way 2/.5ª ed. São Paulo: Moderna, 2005.